Portal de Sobreportes: pedras romanas em que pode tocar Catedral de Girona: a nave gótica mais larga do mundo (22,98 m) Banys Àrabs: cristãos a construir à maneira muçulmana segundo um modelo romano Casa Masó: a obra-prima arquitetónica do Noucentisme de Girona Passeig de la Muralla: o exame final panorâmico a partir das muralhas carolíngias
A camada visível mais antiga de Girona: pedras romanas maciças na base da Força Vella, o núcleo fortificado original. O Portal de Sobreportes ainda marca a porta norte da cidade romana.
A torre octogonal de Sant Feliu mostra a transição da base românica para os andares superiores góticos — séculos de construção visíveis numa única estrutura. No interior, sarcófagos do século IV representam a arte cristã mais antiga de Girona.
Um balneário do século XII construído por cristãos num estilo emprestado dos hammams islâmicos, com um layout inspirado nas termas romanas. Três culturas num só edifício.
O edifício românico mais requintado de Girona, com uma magnífica torre sineira octogonal e um claustro com capiteis esculpidos que mostram a evolução das formas geométricas abstratas para a escultura narrativa.
A nave gótica mais larga do mundo (22,98 m) foi uma aposta arquitetónica deliberada — os construtores debateram durante 50 anos se uma única nave conseguiria manter-se de pé. Conseguiu. O claustro românico atrás dela precede a reconstrução gótica em 200 anos.
Local de nascimento e obra-prima de Rafael Masó — uma casa novecentista que combina materiais catalães tradicionais com design moderno inicial. Uma das casas coloridas do Onyar, mas a única em que se pode entrar.
As casas coloridas ao longo do rio Onyar foram pintadas na década de 1980 como um ato deliberado de renovação urbana — o artista Enric Ansesa escolheu a paleta. O que parece tradição é, na verdade, arte pública contemporânea.
Uma ponte pedonal de ferro vermelho construída em 1877 pela empresa Eiffel — engenharia da era industrial a encontrar a cidade medieval. O melhor ponto de observação para ver as casas coloridas.
As muralhas da cidade restauradas estendem-se desde as fundações carolíngias (século IX) até às expansões medievais. Caminhar pelo topo revela como cada era estendeu e reforçou o perímetro defensivo.
Esta é a história real de uma das paragens deste percurso — cada paragem tem a sua.
Percorra as muralhas e fortificações de uma cidade que resistiu à Grande Armée de Napoleão durante sete meses em 1809…
Descubra os sabores de uma cidade com três estrelas Michelin, um doce com denominação protegida e um mercado onde os…
Percorra um dos bairros judeus medievais mais bem preservados da Europa, desde a primeira presença documentada em 890…
Usamos cookies para analisar o tráfego do site e melhorar a sua experiência. Pode aceitar ou rejeitar os cookies de análise. Saiba mais