Fique sob o teto da Capela Sistina de Michelangelo, onde os papas são eleitos Entre na Basílica de São Pedro, 120 anos de génio renascentista num só edifício Caminhe pela Ponte Sant'Angelo, projetada por Bernini, com os seus dez anjos de mármore Descubra o corredor secreto de fuga, o Passetto, entre o Vaticano e a fortaleza Suba às muralhas do Castel Sant'Angelo para um panorama romano de 360 graus
Os Museus do Vaticano abrigam mais de 70.000 obras de arte em 26 galerias e museus — uma das maiores coleções de arte do mundo, originalmente reunida pelo Papa Júlio II. Este vasto complexo representa cinco séculos de colecionismo papal e reflete o desejo da Igreja de demonstrar autoridade cultural, espiritual e política através da arte.
O icónico teto de Michelangelo (1508-1512) e o fresco do Juízo Final dominam esta capela papal dentro dos Museus do Vaticano, amplamente considerada o maior tesouro artístico da cristandade ocidental. Serve também como local para os conclaves papais, onde o Colégio dos Cardeais se reúne para eleger um novo Papa.
A obra-prima renascentista no coração do poder papal, apresentando a icónica cúpula de Michelangelo e construída ao longo de 120 anos por todos os grandes arquitetos do Renascimento. A sua construção desencadeou controvérsia — incluindo as indulgências que provocaram a Reforma.
A icónica colunata elíptica de Bernini (1656-1667) emoldura um dos espaços de reunião mais reconhecíveis do mundo, com 284 colunas e 140 santos no topo a criar um abraço simbólico da Igreja. A praça serve tanto como uma obra-prima teatral como uma máquina para projetar a autoridade papal em todo o mundo.
O Borgo é o bairro medieval que ligava a Basílica de São Pedro ao Castel Sant'Angelo, servindo peregrinos e residentes durante séculos. Grande parte foi demolida na década de 1930 para dar lugar à moderna Via della Conciliazione, uma grande avenida criada através de um acordo notável entre o Vaticano e o regime fascista de Mussolini.
Esta grande avenida foi criada entre 1929 e 1950 através de uma colaboração entre o regime fascista de Mussolini e o Vaticano, destruindo o bairro medieval Borgo no processo. Representa um dos compromissos mais controversos da história entre o poder secular e a autoridade religiosa, tornado físico em asfalto e pedra.
Uma ponte romana antiga (134 d.C.) transformada pelas 10 esculturas de anjos barrocos de Bernini em 1667, cada um segurando instrumentos da Paixão de Cristo. Uma das travessias mais icónicas e fotografadas de Roma, corporizando a ponte entre o poder sagrado e secular.
Originalmente construído como mausoléu do Imperador Adriano em 139 d.C., esta fortaleza cilíndrica foi mais tarde fortificada pelos papas medievais e serviu tanto como refúgio papal como prisão. Hoje, mantém-se como um símbolo do poder secular da Igreja, ligado ao Vaticano pelo corredor secreto Passetto.
Os terraços fortificados no telhado do Castel Sant'Angelo oferecem vistas desobstruídas de 360 graus sobre Roma, incluindo a Basílica de São Pedro, o rio Tibre e toda a paisagem urbana. Este ponto de observação revela a relação geográfica entre os dois centros de poder que ancoraram a autoridade papal durante séculos.
Esta é a história real de uma das paragens deste percurso — cada paragem tem a sua.
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